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Pira Olímpica vira parada obrigatória para fotos na Candelária

Escultura do artista Anthony Howe conquista o coração dos visitantes, e espaço divide com a Praça Mauá o título de point cultural dos Jogos

Um novo point vem concorrendo com a Praça Mauá como local mais fotografado do Boulevard Olímpico, no Centro do Rio de Janeiro. Trata-se da pira Olímpica, que desde o início dos Jogos Rio 2016 tem reunido multidões de visitantes em busca de um clique perfeito na Candelária.

Pira, com arte de Anthony Howe, foi acesa na última sexta (5) (Foto: Rio 2016/Saulo Pereira Guimarães)

Acompanhada de uma obra do americano Anthony Howe, a pira foi acesa no última sexta (5). Situada sobre um pequeno lago, a estrutura metálica conta com um suporte que abriga a chama Olímpica e um catavento de espelhos que reflete o brilho da chama. À frente da escultura, uma pequena colina passou os últimos três dias repleta de fotógrafos amadores. Todos querem fazer sua imagem com o melhor ângulo da obra de arte.

Candelária: pira virou ponto mais movimentado do Boulevard (Foto: Rio 2016/Saulo Pereira Guimarães)

Algumas poses já se tornaram clássicas. A mais comum é aquela em que o fotografado se vale da perspectiva para fingir que segura a chama. Crianças, adultos e velhos já se renderam à brincadeira. Marcelo Lopes foi um deles. O carioca, que visitou o local no domingo (7) e na segunda (8), ficou impressionado com a beleza da pira. “O Rio me surpreendeu com essa estrutura que eles colocaram aqui”, disse ele.

Marcelo Lopes: “Rio me surpreendeu com essa estrutura” (Foto: Rio 2016/Saulo Pereira Guimarães)

Entre os visitantes, parece ser consenso que o catavento de espelhos é a parte mais bonita da escultura. “Ele dá um up na pira”, afirmou Carolina Farias, que trabalha na região e visitou o local pela primeira vez nesta segunda, na hora do almoço.

Hora do almoço: trabalhadores aproveitam para visitar o local (Foto: Rio 2016/Saulo Pereira Guimarães)

“Eu não entendi até agora como esse negócio fica rodando o tempo todo”, comentou o comerciante Jorge Luís. Trabalhando no local desde a abertura, no dia 5, ele afirmou que o movimento nos dias de semana foi menor do que no sábado e no domingo. Mesmo ficando de frente para a pira o dia inteiro, ele não poupou elogios à obra. “Achei um espetáculo”, disse.

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