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Inflação da baixa renda alcança 11,52% em 2015, a mais alta desde 2004

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), relativa às famílias de menor renda (entre 1 e 2,5 salários mínimos) fechou 2015 com alta acumulada de 11,52%, resultado que chega a ser 0,99 ponto percentual superior à variação do IPC-BR (que abrange famílias com rendimento entre 1 e 33 salários), cuja alta no ano passado foi de 10,53%.Os dados relativos ao IPC-C1  foram divulgados hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Eles apontam que, em dezembro, a variação do indicador foi de 0,97%, taxa 0,09 ponto percentual abaixo da apurada em novembro, quando o índice registrou variação de 1,06%.Em dezembro, o IPC-BR acusou variação de 0,88%, alta também inferior à taxa das famílias de maior renda. A diferença é decorrente do maior peso dos preços dos alimentos na composição do IPC-C1, que teve forte variação no ano passado.Segundo informações da FGV,  os alimentos fecharam 2015 com alta acumulada de 13%, a terceira maior para as famílias de baixa renda, ficando atrás apenas de habitação, com alta de 14,6%; e do grupo transportes (13,2%).Já a queda de 0,09 ponto percentual de novembro para dezembro para a inflação das famílias de menor renda reflete uma retração de preços em quatro das oito classes de despesa componentes do índice.O grupo alimentação fechou o último mês do ano com variação de 1,94%, uma desaceleração de 0,38 ponto percentual entre um mês e outro. Fonte ABR

 

 

 

08/06/2015- Gastos do brasileiro crescerão em ritmo menor até 2019, mostra estudo. Lazer e bebidas não alcoólicas terão o menor aumento no consumo. Despesas anuais devem crescer 7%, contra média de 11% no passado.

 

 

 

 

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