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Acervo do Arquivo Público Mineiro sobre a história de Belo Horizonte vira patrimônio da humanidade

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Belo Horizonte- MG, Brasil-  Plantas e fotos do Palácio da Liberdade e dos outros prédios públicos que compõem o complexo arquitetônico e paisagístico da Praça da Liberdade estão entre os cerca de mil documentos do Arquivo Publico Mineiro (APM) reconhecidos, recentemente, como patrimônio da humanidade. Os documentos retratam a época da fundação de Belo Horizonte e foram selecionados pela Unesco para integrar o Programa Memória do Mundo (Memory of the World – MOW).O acervo faz parte do inventário da Comissão Construtora da Nova Capital e inclui fotografias, documentos textuais e cartografias do período de 1890 a 1903.  Além de estar guardada no APM, parte da coleção também está armazenada no Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte e no  Museu Histórico Abílio Barreto.

Esta é a terceira vez que o Arquivo Público Mineiro, instituição mais antiga do Estado, tem um acervo reconhecido como patrimônio mundial. O APM, que completa 120 anos, em 2015, já recebeu a chancela de patrimônio mundial da humanidade com as coleções da Câmara Municipal de Ouro Preto e da Polícia Política (DOPS-MG). Segundo o superintendente do Arquivo Público Mineiro, Thiago Veloso Vitral, as técnicas adequadas de armazenamento e de conservação dos documentos levaram o APM a obter êxito junto à Unesco.  “Só conseguimos ser contemplados no edital porque nossa coleção estava bem conservada, armazenada  e acessível ao público, pré-requisitos fundamentais do Memória do Mundo”, pontua Vitral.

Foto: Arquivo Público Mineiro

 

 

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