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O prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhou hoje (11/10) o evento-teste de mountain bike para os Jogos Olímpicos Rio 2016

Rio de Janeiro- RJ, Brasil- O prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhou hoje o evento-teste de mountain bike para os Jogos Olímpicos Rio 2016, no Parque Radical de Deodoro, que abriga também o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX. O Parque Radical é um dos grandes legados que o evento deixará para a cidade e beneficiará 1,5 milhão de pessoas de 10 bairros e três municípios vizinhos, que ganharão um grande centro de esportes e lazer, numa região carente desse tipo de atividade.

 

Rio de Janeiro- RJ- Brasil- 11/10/2015- O prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhou hoje o evento-teste de mountain bike para os Jogos Olímpicos Rio 2016, no Parque Radical de Deodoro, que abriga também o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX. O Parque Radical é um dos grandes legados que o evento deixará para a cidade e beneficiará 1,5 milhão de pessoas de 10 bairros e três municípios vizinhos, que ganharão um grande centro de esportes e lazer, numa região carente desse tipo de atividade. Após os Jogos, o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX permanecerão no Parque Radical, junto com diversos outros equipamentos para uso da população. O circuito de mountain bike, uma das duas instalações temporárias do Complexo de Deodoro, não será mantido depois do evento, mas promete ser o cenário de disputas emocionantes durante os Jogos. Com 4,9 km de extensão ­– em uma área de 19,2 mil m² ­– e capacidade para 25 mil espectadores em pé, desafiará os melhores atletas do mundo por permitir que atinjam velocidades elevadas e apresentar obstáculos de alto nível de dificuldade. Cinquenta e quatro ciclistas no masculino e 34 no feminino, de 32 países – entre eles muitos dos mais bem colocados no ranking mundial –, disputaram as provas neste domingo. O responsável pelo design do circuito é o ex-ciclista sul-africano Nick Floros, um dos indicados pela Federação Internacional de Ciclismo. Já o encarregado pela sua construção, sob a supervisão de Floros e de técnicos do Comitê Rio 2016, foi o especialista Rogério Bernardes. Alguns dos obstáculos homenageiam à cidade-sede, como por exemplo o trecho “Rio 40º” – “escadas” que fazem as bicicletas trepidar num ângulo de 40º. Outra atração são as “flipflops”, que se assemelham a pegadas gigantes e são feitas de rochas por onde os ciclistas devem passar. Há ainda crateras, pontes, túneis e saltos sobre pedras. Um dos atrativos do circuit

Rio de Janeiro- RJ- Brasil- 11/10/2015- O prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhou hoje o evento-teste de mountain bike para os Jogos Olímpicos Rio 2016, no Parque Radical de Deodoro, que abriga também o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX. O Parque Radical é um dos grandes legados que o evento deixará para a cidade e beneficiará 1,5 milhão de pessoas de 10 bairros e três municípios vizinhos, que ganharão um grande centro de esportes e lazer, numa região carente desse tipo de atividade. Após os Jogos, o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX permanecerão no Parque Radical, junto com diversos outros equipamentos para uso da população. O circuito de mountain bike, uma das duas instalações temporárias do Complexo de Deodoro, não será mantido depois do evento, mas promete ser o cenário de disputas emocionantes durante os Jogos. Com 4,9 km de extensão ­– em uma área de 19,2 mil m² ­– e capacidade para 25 mil espectadores em pé, desafiará os melhores atletas do mundo por permitir que atinjam velocidades elevadas e apresentar obstáculos de alto nível de dificuldade. Cinquenta e quatro ciclistas no masculino e 34 no feminino, de 32 países – entre eles muitos dos mais bem colocados no ranking mundial –, disputaram as provas neste domingo. O responsável pelo design do circuito é o ex-ciclista sul-africano Nick Floros, um dos indicados pela Federação Internacional de Ciclismo. Já o encarregado pela sua construção, sob a supervisão de Floros e de técnicos do Comitê Rio 2016, foi o especialista Rogério Bernardes. Alguns dos obstáculos homenageiam à cidade-sede, como por exemplo o trecho “Rio 40º” – “escadas” que fazem as bicicletas trepidar num ângulo de 40º. Outra atração são as “flipflops”, que se assemelham a pegadas gigantes e são feitas de rochas por onde os ciclistas devem passar. Há ainda crateras, pontes, túneis e saltos sobre pedras. Um dos atrativos do circuit

Rio de Janeiro- RJ- Brasil- 11/10/2015- O prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhou hoje o evento-teste de mountain bike para os Jogos Olímpicos Rio 2016, no Parque Radical de Deodoro, que abriga também o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX. O Parque Radical é um dos grandes legados que o evento deixará para a cidade e beneficiará 1,5 milhão de pessoas de 10 bairros e três municípios vizinhos, que ganharão um grande centro de esportes e lazer, numa região carente desse tipo de atividade. Após os Jogos, o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX permanecerão no Parque Radical, junto com diversos outros equipamentos para uso da população. O circuito de mountain bike, uma das duas instalações temporárias do Complexo de Deodoro, não será mantido depois do evento, mas promete ser o cenário de disputas emocionantes durante os Jogos. Com 4,9 km de extensão ­– em uma área de 19,2 mil m² ­– e capacidade para 25 mil espectadores em pé, desafiará os melhores atletas do mundo por permitir que atinjam velocidades elevadas e apresentar obstáculos de alto nível de dificuldade. Cinquenta e quatro ciclistas no masculino e 34 no feminino, de 32 países – entre eles muitos dos mais bem colocados no ranking mundial –, disputaram as provas neste domingo. O responsável pelo design do circuito é o ex-ciclista sul-africano Nick Floros, um dos indicados pela Federação Internacional de Ciclismo. Já o encarregado pela sua construção, sob a supervisão de Floros e de técnicos do Comitê Rio 2016, foi o especialista Rogério Bernardes. Alguns dos obstáculos homenageiam à cidade-sede, como por exemplo o trecho “Rio 40º” – “escadas” que fazem as bicicletas trepidar num ângulo de 40º. Outra atração são as “flipflops”, que se assemelham a pegadas gigantes e são feitas de rochas por onde os ciclistas devem passar. Há ainda crateras, pontes, túneis e saltos sobre pedras. Um dos atrativos do circuit

Rio de Janeiro- RJ- Brasil- 11/10/2015- O prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhou hoje o evento-teste de mountain bike para os Jogos Olímpicos Rio 2016, no Parque Radical de Deodoro, que abriga também o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX. O Parque Radical é um dos grandes legados que o evento deixará para a cidade e beneficiará 1,5 milhão de pessoas de 10 bairros e três municípios vizinhos, que ganharão um grande centro de esportes e lazer, numa região carente desse tipo de atividade. Após os Jogos, o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX permanecerão no Parque Radical, junto com diversos outros equipamentos para uso da população. O circuito de mountain bike, uma das duas instalações temporárias do Complexo de Deodoro, não será mantido depois do evento, mas promete ser o cenário de disputas emocionantes durante os Jogos. Com 4,9 km de extensão ­– em uma área de 19,2 mil m² ­– e capacidade para 25 mil espectadores em pé, desafiará os melhores atletas do mundo por permitir que atinjam velocidades elevadas e apresentar obstáculos de alto nível de dificuldade. Cinquenta e quatro ciclistas no masculino e 34 no feminino, de 32 países – entre eles muitos dos mais bem colocados no ranking mundial –, disputaram as provas neste domingo. O responsável pelo design do circuito é o ex-ciclista sul-africano Nick Floros, um dos indicados pela Federação Internacional de Ciclismo. Já o encarregado pela sua construção, sob a supervisão de Floros e de técnicos do Comitê Rio 2016, foi o especialista Rogério Bernardes. Alguns dos obstáculos homenageiam à cidade-sede, como por exemplo o trecho “Rio 40º” – “escadas” que fazem as bicicletas trepidar num ângulo de 40º. Outra atração são as “flipflops”, que se assemelham a pegadas gigantes e são feitas de rochas por onde os ciclistas devem passar. Há ainda crateras, pontes, túneis e saltos sobre pedras. Um dos atrativos do circuit

Rio de Janeiro- RJ- Brasil- 11/10/2015- O prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhou hoje o evento-teste de mountain bike para os Jogos Olímpicos Rio 2016, no Parque Radical de Deodoro, que abriga também o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX. O Parque Radical é um dos grandes legados que o evento deixará para a cidade e beneficiará 1,5 milhão de pessoas de 10 bairros e três municípios vizinhos, que ganharão um grande centro de esportes e lazer, numa região carente desse tipo de atividade. Após os Jogos, o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX permanecerão no Parque Radical, junto com diversos outros equipamentos para uso da população. O circuito de mountain bike, uma das duas instalações temporárias do Complexo de Deodoro, não será mantido depois do evento, mas promete ser o cenário de disputas emocionantes durante os Jogos. Com 4,9 km de extensão ­– em uma área de 19,2 mil m² ­– e capacidade para 25 mil espectadores em pé, desafiará os melhores atletas do mundo por permitir que atinjam velocidades elevadas e apresentar obstáculos de alto nível de dificuldade. Cinquenta e quatro ciclistas no masculino e 34 no feminino, de 32 países – entre eles muitos dos mais bem colocados no ranking mundial –, disputaram as provas neste domingo. O responsável pelo design do circuito é o ex-ciclista sul-africano Nick Floros, um dos indicados pela Federação Internacional de Ciclismo. Já o encarregado pela sua construção, sob a supervisão de Floros e de técnicos do Comitê Rio 2016, foi o especialista Rogério Bernardes. Alguns dos obstáculos homenageiam à cidade-sede, como por exemplo o trecho “Rio 40º” – “escadas” que fazem as bicicletas trepidar num ângulo de 40º. Outra atração são as “flipflops”, que se assemelham a pegadas gigantes e são feitas de rochas por onde os ciclistas devem passar. Há ainda crateras, pontes, túneis e saltos sobre pedras. Um dos atrativos do circuit

Rio de Janeiro- RJ- Brasil- 11/10/2015- O prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhou hoje o evento-teste de mountain bike para os Jogos Olímpicos Rio 2016, no Parque Radical de Deodoro, que abriga também o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX. O Parque Radical é um dos grandes legados que o evento deixará para a cidade e beneficiará 1,5 milhão de pessoas de 10 bairros e três municípios vizinhos, que ganharão um grande centro de esportes e lazer, numa região carente desse tipo de atividade. Após os Jogos, o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX permanecerão no Parque Radical, junto com diversos outros equipamentos para uso da população. O circuito de mountain bike, uma das duas instalações temporárias do Complexo de Deodoro, não será mantido depois do evento, mas promete ser o cenário de disputas emocionantes durante os Jogos. Com 4,9 km de extensão ­– em uma área de 19,2 mil m² ­– e capacidade para 25 mil espectadores em pé, desafiará os melhores atletas do mundo por permitir que atinjam velocidades elevadas e apresentar obstáculos de alto nível de dificuldade. Cinquenta e quatro ciclistas no masculino e 34 no feminino, de 32 países – entre eles muitos dos mais bem colocados no ranking mundial –, disputaram as provas neste domingo. O responsável pelo design do circuito é o ex-ciclista sul-africano Nick Floros, um dos indicados pela Federação Internacional de Ciclismo. Já o encarregado pela sua construção, sob a supervisão de Floros e de técnicos do Comitê Rio 2016, foi o especialista Rogério Bernardes. Alguns dos obstáculos homenageiam à cidade-sede, como por exemplo o trecho “Rio 40º” – “escadas” que fazem as bicicletas trepidar num ângulo de 40º. Outra atração são as “flipflops”, que se assemelham a pegadas gigantes e são feitas de rochas por onde os ciclistas devem passar. Há ainda crateras, pontes, túneis e saltos sobre pedras. Um dos atrativos do circuit

Rio de Janeiro- RJ- Brasil- 11/10/2015- O prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhou hoje o evento-teste de mountain bike para os Jogos Olímpicos Rio 2016, no Parque Radical de Deodoro, que abriga também o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX. O Parque Radical é um dos grandes legados que o evento deixará para a cidade e beneficiará 1,5 milhão de pessoas de 10 bairros e três municípios vizinhos, que ganharão um grande centro de esportes e lazer, numa região carente desse tipo de atividade. Após os Jogos, o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX permanecerão no Parque Radical, junto com diversos outros equipamentos para uso da população. O circuito de mountain bike, uma das duas instalações temporárias do Complexo de Deodoro, não será mantido depois do evento, mas promete ser o cenário de disputas emocionantes durante os Jogos. Com 4,9 km de extensão ­– em uma área de 19,2 mil m² ­– e capacidade para 25 mil espectadores em pé, desafiará os melhores atletas do mundo por permitir que atinjam velocidades elevadas e apresentar obstáculos de alto nível de dificuldade. Cinquenta e quatro ciclistas no masculino e 34 no feminino, de 32 países – entre eles muitos dos mais bem colocados no ranking mundial –, disputaram as provas neste domingo. O responsável pelo design do circuito é o ex-ciclista sul-africano Nick Floros, um dos indicados pela Federação Internacional de Ciclismo. Já o encarregado pela sua construção, sob a supervisão de Floros e de técnicos do Comitê Rio 2016, foi o especialista Rogério Bernardes. Alguns dos obstáculos homenageiam à cidade-sede, como por exemplo o trecho “Rio 40º” – “escadas” que fazem as bicicletas trepidar num ângulo de 40º. Outra atração são as “flipflops”, que se assemelham a pegadas gigantes e são feitas de rochas por onde os ciclistas devem passar. Há ainda crateras, pontes, túneis e saltos sobre pedras. Um dos atrativos do circuit

Rio de Janeiro- RJ- Brasil- 11/10/2015- O prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhou hoje o evento-teste de mountain bike para os Jogos Olímpicos Rio 2016, no Parque Radical de Deodoro, que abriga também o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX. O Parque Radical é um dos grandes legados que o evento deixará para a cidade e beneficiará 1,5 milhão de pessoas de 10 bairros e três municípios vizinhos, que ganharão um grande centro de esportes e lazer, numa região carente desse tipo de atividade. Após os Jogos, o circuito de canoagem slalom e a pista de ciclismo BMX permanecerão no Parque Radical, junto com diversos outros equipamentos para uso da população. O circuito de mountain bike, uma das duas instalações temporárias do Complexo de Deodoro, não será mantido depois do evento, mas promete ser o cenário de disputas emocionantes durante os Jogos. Com 4,9 km de extensão ­– em uma área de 19,2 mil m² ­– e capacidade para 25 mil espectadores em pé, desafiará os melhores atletas do mundo por permitir que atinjam velocidades elevadas e apresentar obstáculos de alto nível de dificuldade. Cinquenta e quatro ciclistas no masculino e 34 no feminino, de 32 países – entre eles muitos dos mais bem colocados no ranking mundial –, disputaram as provas neste domingo. O responsável pelo design do circuito é o ex-ciclista sul-africano Nick Floros, um dos indicados pela Federação Internacional de Ciclismo. Já o encarregado pela sua construção, sob a supervisão de Floros e de técnicos do Comitê Rio 2016, foi o especialista Rogério Bernardes. Alguns dos obstáculos homenageiam à cidade-sede, como por exemplo o trecho “Rio 40º” – “escadas” que fazem as bicicletas trepidar num ângulo de 40º. Outra atração são as “flipflops”, que se assemelham a pegadas gigantes e são feitas de rochas por onde os ciclistas devem passar. Há ainda crateras, pontes, túneis e saltos sobre pedras. Um dos atrativos do circuit

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