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Tempestade Magnética Classe X em direção a terra

Tempestade solar de forte radiação, hoje 22 e 24 de Junho, com 70% de incidência em altas altitudes que poderá afetar diretamente as comunicações móveis, wifi, GPS, Tv via satélite, já que os prótons de baixa energia e elétrons provenientes das labaredas solares atacam o escudo natural da terra, a magnetosfera, perturbando-a. Causando distúrbios radioelétricos em muitos sentidos. Por outro lado também afeta a saúde e o comportamento das pessoas, em muitos casos, incluindo a irritabilidade, o cansaço e outros efeitos altamente nocivos.

NASA latest_1024_0131

As informações da NASA dão de que sol produz energia elevada os prótons, e o vento solar transporta estes prótons para o nosso planeta. No entanto, durante atividade solar flare enérgicos, os prótons são soprados violentamente para fora.. às vezes volta para a terra. O Enérgico de prótons pode chegar Terra e causar um grande pico de flare.

CLASSE X 22-06-2015 _06

 

Explicação

A linha vermelha exibida no gráfico mostra o Fluxo de Raios X registrado pelo satélite GOES-14 no comprimento de onda entre 1 e 8 angstrons. Dentro desta região do espectro, os flares solares produzem picos que permitem classificar a intensidade da tempestade solar.

Picos superiores a 10-5 já são considerados tempestades. Maiores que 10-4 são tempestades de classe X, bastante intensas.

CLASSE X goes-proton-flux

Do lado direito do gráfico existe a correlação entre o fluxo de raios X e os flares solares. Flares de Classe X podem provocar blackouts de radiopropagação que podem durar diversas horas ou até mesmo dias.

As rajadas da Classe M são de tamanho médio e também causam blackouts de radiocomunicação que afetam diretamente as regiões polares. Rajadas de Classe C ou inferiores são fracas e pouco perceptíveis aqui na Terra.

VENTOS SOLARES_NASA

A velocidade do vento solar medida pelo satélite SOHO é de 697 km/s. O número de manchas solares informado é de 79 para um fluxo solar de 136.

Vamos redobrar a atenção, principalmente com crianças e idosos. Esta carga continua de radiação solar comprovadamente pode afetar nossa saúde.
Atividade geomagnética e acidentes cerebrovasculares

Um estudo recente baseado em uma colaboração internacional (Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, França e Suécia) estudou a relação entre a atividade geomagnética e a incidência de acidentes cerebrovasculares. Os investigadores compararam os dados sobre acidentes cerebrovasculares com a informação de uma base de dados internacional sobre a atividade geomagnética durante mais de 23 anos. Foi utilizado um design de casos cruzados no que cada paciente faça seu próprio controle antes de ocorrer o acidente cerebrovascular. Isto tem a vantagem de eliminar muitos fatores de risco de confusão. Os resultados mostraram que o risco máximo para o acidente cerebrovascular ocorreu uma semana depois de uma tempestade geomagnética.

Lembrando, que o Brasil encontra-se sob a Anomalia do Atlântico Sul (AMAS), uma região onde a parte mais interna do cinturão de Van Allen tem a máxima aproximação com a superfície da Terra. O resultado é que para uma dada altitude, a intensidade de radiação é mais alta nesta região do que em qualquer outra.

A AMAS é produzida por um “mergulho” no campo magnético terrestre nesta região, causada pelo fato de que o centro do campo magnético terrestre, está deslocado em relação ao centro geográfico por 450 km.

Fontes NASA – Solar Dynamics Observatory (SDO) e Apolo 11.

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