You are here
Home > Esporte

Clodoaldo se despede da Seleção Brasileira

Clodoaldo foi um craque do meio-campo, à sua época, no Santos e na Seleção Brasileira, onde jogou cinco anos, conquistou o tricampeonato mundial em 1970 e só perdeu dois jogos dos 54 que disputou com a amarelinha.

Nesta terça-feira, depois do jantar, ele se despediu dos jogadores e companheiros da comissão técnica da Seleção Brasileira onde cumpriu – e muito bem – a sua tarefa de observador pontual.

– Desde que fui chamado pelo Gilmar e pelo Dunga, há mais de um mês, que passei a viver a ansiedade de me apresentar à Seleção Brasileira. Ao voltar para casa agora, depois de 12 dias de convívio, posso dizer que vivi momentos de realização e orgulho por ter feito parte desse grupo.

Desde o dia 1 de junho com a Seleção, inicialmente em Teresópolis, Clodoaldo disse que no dia a dia aprendeu a conhecer melhor Dunga, que o impressionou pela personalidade e capacidade de liderança.

Ele diz que Dunga é uma pessoa que te encara de frente, “te olha nos olhos”

– O Dunga foi jogador do Santos, nos anos 1980, mas não tive oportunidade de conhecê-lo de verdade. Nesses dias, conversamos muito e vi  que ele é uma pessoa franca e sincera. E um grande técnico também, tem todos os requisitos necessários para isso.

Os jogadores da Seleção Brasileira também o farão sentir saudade. A maioria consagrada profissionalmente, os “meninos” o fizeram se sentir orgulhoso de ter sido um dia um jogador de futebol.

– São todos muito simples, jogam e treinam com alegria. Foi muito bom ter dividido os dias com eles, ouvir e contar histórias.

No grupo, Clodoaldo diz que viu crescer os garotos do Santos: Robinho, Neymar, Danilo, Felipe Ânderson.

– Vi todos começando, alguns com 11 anos, e não mudaram nada. Continuam os mesmos garotos que tive a oportunidade de ver chegar à Vila Belmiro.

Clodoaldo, que viveu uma época de ouro do futebol brasileiro, não é saudosista.  Ao contrário, mostra-se bem resolvido por ser um ex-jogador. Só que com a tarefa de observador pontual pôde constatar, também, o quanto o seu prestígio de tricampeão do mundo, que fez que se tornasse ídolo de várias gerações, continua intocável apesar do passar dos anos.

– O Fernandinho veio me cumprimentar e contar que o pai dele era meu fã. E que o sonho dele era ver o filho um dia jogando como eu. Pediu para tirar uma foto, que ia mandar para o pai. Isso não tem preço, me deixou orgulhoso.

Clodoaldo viaja nesta sexta de manhã, de Porto Alegre para Santos, para alegria de uma das suas filhas. Ela chegou a mandar-lhe uma mensagem pelo celular, que ele fez questão de mostrar.

– Pai, soube que você está tão contente aí, que não quer mais voltar para casa?

 Clodoaldo logo estará em Santos. Mas vai deixar saudade e fará falta no ambiente da Seleção Brasileira.

 

Viamão- RS- Brasil- 11/06/2015- Clodoaldo foi um craque do meio-campo, à sua época, no Santos e na Seleção Brasileira, onde jogou cinco anos, conquistou o tricampeonato mundial em 1970 e só perdeu dois jogos dos 54 que disputou com a amarelinha. Nesta terça-feira, depois do jantar, ele se despediu dos jogadores e companheiros da comissão técnica da Seleção Brasileira onde cumpriu - e muito bem - a sua tarefa de observador pontual. Desde o dia 1 de junho com a Seleção, inicialmente em Teresópolis, Clodoaldo disse que no dia a dia da Seleção aprendeu a conhecer melhor Dunga, que o impressionou pela personalidade e capacidade de liderança. Clodoaldo, que viveu uma época de ouro do futebol brasileiro, não é saudosista.  Ao contrário, mostra-se bem resolvido por ser um ex-jogador. Só que com a tarefa de observador pontual pôde constatar, também, o quanto o seu prestígio de tricampeão do mundo, que fez que se tornasse ídolo de várias gerações, continua intocável apesar do passar dos anos. Clodoaldo viaja nesta sexta de manhã, de Porto Alegre para Santos, para alegria de uma das suas filhas. Ela chegou a mandar-lhe uma mensagem pelo celular, que ele fez questão de mostrar. Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Viamão- RS- Brasil- 11/06/2015- Clodoaldo foi um craque do meio-campo, à sua época, no Santos e na Seleção Brasileira, onde jogou cinco anos, conquistou o tricampeonato mundial em 1970 e só perdeu dois jogos dos 54 que disputou com a amarelinha. Nesta terça-feira, depois do jantar, ele se despediu dos jogadores e companheiros da comissão técnica da Seleção Brasileira onde cumpriu - e muito bem - a sua tarefa de observador pontual. Desde o dia 1 de junho com a Seleção, inicialmente em Teresópolis, Clodoaldo disse que no dia a dia da Seleção aprendeu a conhecer melhor Dunga, que o impressionou pela personalidade e capacidade de liderança. Clodoaldo, que viveu uma época de ouro do futebol brasileiro, não é saudosista.  Ao contrário, mostra-se bem resolvido por ser um ex-jogador. Só que com a tarefa de observador pontual pôde constatar, também, o quanto o seu prestígio de tricampeão do mundo, que fez que se tornasse ídolo de várias gerações, continua intocável apesar do passar dos anos. Clodoaldo viaja nesta sexta de manhã, de Porto Alegre para Santos, para alegria de uma das suas filhas. Ela chegou a mandar-lhe uma mensagem pelo celular, que ele fez questão de mostrar. Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Viamão- RS- Brasil- 11/06/2015- Clodoaldo foi um craque do meio-campo, à sua época, no Santos e na Seleção Brasileira, onde jogou cinco anos, conquistou o tricampeonato mundial em 1970 e só perdeu dois jogos dos 54 que disputou com a amarelinha. Nesta terça-feira, depois do jantar, ele se despediu dos jogadores e companheiros da comissão técnica da Seleção Brasileira onde cumpriu - e muito bem - a sua tarefa de observador pontual. Desde o dia 1 de junho com a Seleção, inicialmente em Teresópolis, Clodoaldo disse que no dia a dia da Seleção aprendeu a conhecer melhor Dunga, que o impressionou pela personalidade e capacidade de liderança. Clodoaldo, que viveu uma época de ouro do futebol brasileiro, não é saudosista.  Ao contrário, mostra-se bem resolvido por ser um ex-jogador. Só que com a tarefa de observador pontual pôde constatar, também, o quanto o seu prestígio de tricampeão do mundo, que fez que se tornasse ídolo de várias gerações, continua intocável apesar do passar dos anos. Clodoaldo viaja nesta sexta de manhã, de Porto Alegre para Santos, para alegria de uma das suas filhas. Ela chegou a mandar-lhe uma mensagem pelo celular, que ele fez questão de mostrar. Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Viamão- RS- Brasil- 11/06/2015- Clodoaldo foi um craque do meio-campo, à sua época, no Santos e na Seleção Brasileira, onde jogou cinco anos, conquistou o tricampeonato mundial em 1970 e só perdeu dois jogos dos 54 que disputou com a amarelinha. Nesta terça-feira, depois do jantar, ele se despediu dos jogadores e companheiros da comissão técnica da Seleção Brasileira onde cumpriu - e muito bem - a sua tarefa de observador pontual. Desde o dia 1 de junho com a Seleção, inicialmente em Teresópolis, Clodoaldo disse que no dia a dia da Seleção aprendeu a conhecer melhor Dunga, que o impressionou pela personalidade e capacidade de liderança. Clodoaldo, que viveu uma época de ouro do futebol brasileiro, não é saudosista.  Ao contrário, mostra-se bem resolvido por ser um ex-jogador. Só que com a tarefa de observador pontual pôde constatar, também, o quanto o seu prestígio de tricampeão do mundo, que fez que se tornasse ídolo de várias gerações, continua intocável apesar do passar dos anos. Clodoaldo viaja nesta sexta de manhã, de Porto Alegre para Santos, para alegria de uma das suas filhas. Ela chegou a mandar-lhe uma mensagem pelo celular, que ele fez questão de mostrar. Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Viamão- RS- Brasil- 11/06/2015- Clodoaldo foi um craque do meio-campo, à sua época, no Santos e na Seleção Brasileira, onde jogou cinco anos, conquistou o tricampeonato mundial em 1970 e só perdeu dois jogos dos 54 que disputou com a amarelinha. Nesta terça-feira, depois do jantar, ele se despediu dos jogadores e companheiros da comissão técnica da Seleção Brasileira onde cumpriu - e muito bem - a sua tarefa de observador pontual. Desde o dia 1 de junho com a Seleção, inicialmente em Teresópolis, Clodoaldo disse que no dia a dia da Seleção aprendeu a conhecer melhor Dunga, que o impressionou pela personalidade e capacidade de liderança. Clodoaldo, que viveu uma época de ouro do futebol brasileiro, não é saudosista.  Ao contrário, mostra-se bem resolvido por ser um ex-jogador. Só que com a tarefa de observador pontual pôde constatar, também, o quanto o seu prestígio de tricampeão do mundo, que fez que se tornasse ídolo de várias gerações, continua intocável apesar do passar dos anos. Clodoaldo viaja nesta sexta de manhã, de Porto Alegre para Santos, para alegria de uma das suas filhas. Ela chegou a mandar-lhe uma mensagem pelo celular, que ele fez questão de mostrar. Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Viamão- RS- Brasil- 11/06/2015- Clodoaldo foi um craque do meio-campo, à sua época, no Santos e na Seleção Brasileira, onde jogou cinco anos, conquistou o tricampeonato mundial em 1970 e só perdeu dois jogos dos 54 que disputou com a amarelinha. Nesta terça-feira, depois do jantar, ele se despediu dos jogadores e companheiros da comissão técnica da Seleção Brasileira onde cumpriu - e muito bem - a sua tarefa de observador pontual. Desde o dia 1 de junho com a Seleção, inicialmente em Teresópolis, Clodoaldo disse que no dia a dia da Seleção aprendeu a conhecer melhor Dunga, que o impressionou pela personalidade e capacidade de liderança. Clodoaldo, que viveu uma época de ouro do futebol brasileiro, não é saudosista.  Ao contrário, mostra-se bem resolvido por ser um ex-jogador. Só que com a tarefa de observador pontual pôde constatar, também, o quanto o seu prestígio de tricampeão do mundo, que fez que se tornasse ídolo de várias gerações, continua intocável apesar do passar dos anos. Clodoaldo viaja nesta sexta de manhã, de Porto Alegre para Santos, para alegria de uma das suas filhas. Ela chegou a mandar-lhe uma mensagem pelo celular, que ele fez questão de mostrar. Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Foto: Rafael Ribeiro/ CBF
Viamão- RS- Brasil- 11/06/2015- Clodoaldo foi um craque do meio-campo, à sua época, no Santos e na Seleção Brasileira, onde jogou cinco anos, conquistou o tricampeonato mundial em 1970 e só perdeu dois jogos dos 54 que disputou com a amarelinha. Nesta terça-feira, depois do jantar, ele se despediu dos jogadores e companheiros da comissão técnica da Seleção Brasileira onde cumpriu - e muito bem - a sua tarefa de observador pontual. Desde o dia 1 de junho com a Seleção, inicialmente em Teresópolis, Clodoaldo disse que no dia a dia da Seleção aprendeu a conhecer melhor Dunga, que o impressionou pela personalidade e capacidade de liderança. Clodoaldo, que viveu uma época de ouro do futebol brasileiro, não é saudosista.  Ao contrário, mostra-se bem resolvido por ser um ex-jogador. Só que com a tarefa de observador pontual pôde constatar, também, o quanto o seu prestígio de tricampeão do mundo, que fez que se tornasse ídolo de várias gerações, continua intocável apesar do passar dos anos. Clodoaldo viaja nesta sexta de manhã, de Porto Alegre para Santos, para alegria de uma das suas filhas. Ela chegou a mandar-lhe uma mensagem pelo celular, que ele fez questão de mostrar. Foto: Rafael Ribeiro/ CBF

Foto: Rafael Ribeiro/ CBF

Deixe uma resposta

Top