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Forte onda de calor promete agitar o Sul e Sudeste do Brasil essa semana

Com as intensas ondas de calor, a sensação que temos é que o sol parece estar cada vez mais agressivo. Essa sensação está de acordo com os estudos dos meteorologistas. A incidência dos raios solares está mais forte, aumentando o risco de câncer de pele e provocando queimaduras em pessoas e até em animais.

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Foto da NASA.

Os mapas do INPE mostram que desde o dia 1º de janeiro 2015, a radiação extrema predomina não só no Estado de São Paulo, mas também em todo o País. No entanto, há variações nos índices, sendo que a faixa mais quente fica distribuída entre parte das regiões Sul e Sudeste.

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Existem três regiões ativas (NOAA 2280, 2281 e 2282) na superfície visível do Sol, localizadas próximo às coordenadas S07W40, N14W06 e N14E51. A região 2280 possui área pequena e configuração magnética complexa (beta-gama- delta). As regiões 2281 e 2282 possuem pequenas áreas e configuração magnética relativamente complexa (beta-gama) e relativamente simples (beta) respectivamente. Durante às últimas 24 horas, houve registro de atividade solar de moderada intensidade em raio-x, com a ocorrência de uma explosão solar classe M2.4 na escala GOES.

De acordo com os índices de informação da NASA, essas explosões de filamento poderão causar incidência de raios solares sobre os polos, podendo provocar auroras boreais, autos fluxos dos raios ultra violetas, interferência na ionosfera e até no clima.

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Gigantesco filamento se formou recentemente na cromosfera solar e vem chamando bastante a atenção dos observadores. A feição tem cerca de 700 mil km de comprimento e é uma das maiores já vistas nos últimos quatro anos.

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Continuando, segundo as explicações científicas, as explosão do filamento de Curly-Q entrou em Erupção em forma de um arco trançado durante um período de três horas (4 de fevereiro de 2015) com a maior parte caindo em volta do sol. A atividade da coroa inferior foi pego em um comprimento de onda da luz ultravioleta extrema. Filamentos são alongadas nuvens de partículas suspendidas acima da superfície do sol por forças magnéticas. Eles são notoriamente instáveis.

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Em outros lugares, o FLARE (explosão solar) foi detectado em torno da região 2280, incluindo um C8.3 às 02:02 UTC (10 de fev). Sinalizadores adicionais são prováveis durante as próximas 24 horas com uma chance para um isolado M-Flare em torno de regiões 2280 e 2282. Um canal de grande filamento continua a esticar-se por todo o hemisfério sul e deve continuar a ser monitorado.

Créditos: NASA/Solar Dynamics Observatory

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