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Funcionários do Comperj fecharam a via na altura do Vão Central no sentido Rio.

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Foto: Pedro Lucas/Divulgação

Após cerca de duas horas interditada, a Ponte Rio-Niterói começa a ser liberada, mas os reflexos do engarrafamento ainda são grandes em Niterói, São Gonçalo e Rio de Janeiro. Cerca de 150 funcionários da empresa Alumini, que trabalhavam nas obras do  Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), fecharam um dos sentidos da Ponte Rio-Niterói. Os protestantes seguiam para a sede da Petrobras, onde realizariam uma manifestação. Parte das pessoas que estavam presas nos ônibus começam a sair e retornar a pé para Niterói.

O trânsito na BR-101 continua lento, chegando a altura do São Gonçalo Shopping. Nas vias de acesso de Niterói, há agentes da Nittrans realizando ações para tentar aliviar a situação do fluxo de carros parado. O Terminal Rodoviário João Goulart chegou a ficar sem ônibus em suas baias. Os coletivos não conseguiram chegar no terminal por conta do congestionamento.

A pista sentido Niterói chegou a ser fechada às 12h48, mas foi liberada minutos depois. A concessionária CCR Ponte colocou em ação um plano de emergência. Veículos que chegam da BR-101 encontravam o início da Ponte Rio-Niterói fechado, para evitar que fiquem presos no congestionamento.

No Rio de Janeiro, há lentidão na Avenida Brasil, nas pistas sentido Centro, até a altura de Manguinhos. Os motoristas também enfrentam movimento lento na Via Binário, sentido Avenida Brasil, desde a Cidade do Samba. Ainda há problemas em toda a extensão da Avenida Francisco Bicalho, pista sentido Avenida Brasil.

A manifestação ocorreu na altura do Vão Central no sentindo Rio de Janeiro da via. Equipes da concessionária e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram acionados para a retirada das pessoas da via e liberação do trânsito. Faltando cerca de 2 quilômetros para o final da Ponte, os agentes conseguiram negociar com os manifestantes para que eles ocupassem apenas duas pistas.

Parte do grupo que esteve reunido em uma assembleia em Itaboraí, parou os ônibus na parte mais alta da Ponte e iniciaram o protesto, gritando palavras de ordem. Segundo os trabalhadores, o motivo seria pela falta de pagamento dos salários.

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