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Espanhola quebra marca de 34 anos e entra para a história do Rally Dakar nas motos

Laia Sanz, da Honda, superou 10º lugar da francesa Christine Martin, em 1981, ao completar edição deste ano em 9ª

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Buenos Aires (Argentina) – A espanhola Laia Sanz, da Team HRC (Honda Racing Corporation), entrou para a história do Rally Dakar ao ser a mulher melhor ranqueada ao término da competição na categoria motos. Ela completou a 37ª edição da prova na nona posição da classificação geral, superando a marca que pertencia à francesa Christine Martin, 10ª colocada em 1981. A edição 2015 do maior rali do mundo terminou neste sábado (17), em Buenos Aires, depois de 14 dias de disputas na Argentina, Chile e Bolívia.

Na categoria Motos, o espanhol Marc Coma (KTM) conquistou o pentacampeonato. O príncipe do Catar, Nasser Al-Attiyah, ganhou pela segunda vez nos carros (Mini). Nos quadriciclos, o polonês Rafal Sonik (Yamaha), e nos caminhões, o russo Airat Mardeev (Kamaz), foram campeões inéditos.

Dos 406 veículos que largaram no último dia 4, em Buenos Aires, rumo à aventura de nove mil quilômetros do Dakar 2015, em 13 etapas disputadas, pouco mais da metade (53%) retornou neste sábado à capital argentina, palco da chegada: 79 motos; 18 quadris, 68 carros e 51 caminhões.

Brasileiros

O Brasil contou com cinco participantes no Dakar 2015, mas apenas três concluíram a prova. Nas motos, Jean Azevedo, da equipe Honda South America Rally Team, terminou em 22º lugar com a Honda CRF 450 Rally. Nos carros, o estreante Eduardo Sachs foi o 25º, ao lado do piloto português Ricardo Leal (Nissan). Nos quadriciclos, André Suguita terminou em 10º lugar, um feito histórico para o país, que até então não havia visto um piloto nacional completar todo trajeto na categoria. A dupla Guilherme Spinelli e Youssef Haddad, da equipe Mitsubishi Petrobras, abandonou a competição depois que o carro apresentou problemas mecânicos na direção hidráulica, na chegada a Calama, cidade localizada em pleno deserto do Atacama, no Chile.

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