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Pezão durante Inauguração do Restaurante Universitário

O governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão (PMDB), esteve na tarde desta sexta-feira (19/12), em Campos para a inauguração do restaurante universitário da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), e da Faculdade Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro (Faeterj), na Escola Estadual João Barcelos Martins.
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O governador chegou acompanhado do Secretario de Ciência e Tecnologia, Alexandre Vieira, do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Paulo Melo (PMDB) e o deputado estadual Christino Áureo (PSD). A comitiva foi recepcionada pelo reitor da universidade Silvério de Paiva Freitas e diversas lideranças políticas da região.
Com algumas horas de atraso, Pezão chegou e logo descerrou a placa e logo após, conheceu as instalações do restaurante, sobre protesto de cerca de 40 estudantes, que gritavam palavras de ordem e seguravam cartazes “O restaurante é nosso” e “Brasília demorou 5 anos para ficar pronta e o restaurante 6 anos”.
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Com previsão de que sejam servidas três mil refeições diárias entre almoço e jantar, o restaurante já funciona desde a última terça-feira (16/12). Abaixo da placa oficial de inauguração, havia um cartaz com uma sugestão dos alunos da universidade com o dizer: “Restaurante Universitário Cícero Guedes” fazendo referência ao integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), brutalmente assassinado no acampamento Luiz Maranhão, nas terras da antiga Usina Cambahyba, em 26 de janeiro de 2013.
Logo após a inauguração do restaurante universitário, que durou pouco tempo, o governador foi à Escola Estadual João Barcelos Martins, que fica ao lado da Uenf, para inaugurar a segunda unidade de Ensino Superior (Faeterj), da Faetec de Campos, que já conta com o Instituto Superior de Educação Aldo Muylaert (Isepam). A unidade contará com vagas para o curso tecnólogo de logística para o ano letivo de 2015.
Em seu discurso, Pezão brincou com o protesto dos estudantes da Uenf e alimentou o protesto. “O bandejão é nosso. Não importa se demoramos 4 ou 5 anos pra fazer, mas quem fez foi a gente, quantos governos passaram e não fizeram. Esse tipo de protesto faz parte, e os estudantes devem cobrar mesmo. Na época da eleição apanhei muito. Os adversários diziam que a UPP era de lata, depois viram que a população apoiava a UPP”, disse o governador que agradeceu a votação que teve na cidade na última eleição.
Foto: Bruno Itan/ GOVERJ

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