You are here

Inversão dos Pólos magnéticos da Terra já é comprovado cientificamente

O homem na pequenez da sua existência perde na rotina diária os detalhes necessários para um amplo conhecimento. Alguns com um olhar detalhista, desvendam os mistérios encobertos pelas camadas do tempo e vão contando as gerações futuras as transformações do planeta terra. Existe uma região do nosso planeta que nenhum ser humano jamais visitou e o que acontece lá afeta cada um de nós, todos os dias de nossas vidas. Encontra-se 3.218.688 quilômetros sob nossos pés, no centro da terra, onde um vasto oceano de ferro líquido gera uma força invisível, o campo magnético da Terra. Ele é quem faz a bússola apontar para o Norte e mantém o planeta vivo. Mas agora, os cientistas fizeram uma descoberta surpreendente. Existe uma tempestade acontecendo nas profundezas da terra, tempestade que esta enfraquecendo nosso vital campo magnético e agora, ao que parece, ele está prestes a desaparecer. Evidencias deste declínio vem de uma fonte surpreendente.

Cerâmicas são feitas a milhares de anos, elas atuam justamente como uma fita de gravação magnética. Assim gravam o campo magnético da Terra quando o jarro foi feito. Um vaso antigo é uma cápsula do tempo magnética. John Shaw aprendeu como extrair deles essa precisa informação da força do Campo magnético, como ele era na antiguidade. Como as rochas vulcânicas, a argila contém pequenos pedaços de um mineral a base de ferro chamado magnetita. A nível microscópico, a magnetita contém inúmeras regiões magnéticas, com efeito pequenos ímãs. Quando o pote é queimado, o calor do forno apaga todas as regiões magnéticas. Mas assim que o pote começa a se esfriar, novas regiões magnetizadas se formam na magnetita. Com as regiões reformuladas, se alinham ao campo magnético da terra como agulhas de uma bússola. Com milhões de pequenos ímãs todos apontando para a mesma direção, o pote se torna levemente magnético. Uma vez resfriado o magnetismo fica preso dentro dele. Examinando a cerâmica desde a pré-história até os tempos modernos, descobriu-se o quão dramaticamente o campo mudou nos últimos séculos.

O pólo norte magnético da terra atualmente esta á deriva do norte do Canadá para o interior da Rússia, na Sibéria com taxa anual de 55 km por ano e atualmente acelerando.Também é desconhecido se esta deriva irá continuar a acelerar, na mesma taxa atual. Em março de 2010, o Space Weather (Clima Espacial) da NASA,informou que o campo magnético da Terra já esta quase a zero em sua força total, quebrado em centenas de pequenos campos acoplados. O sol no momento esta relativamente calmo na emissão de flares de acordo com o que é observado pela atividade solar na terra. Estas zonas magnéticas estão mudando continuamente e há um presságio de mudança. Era esperado que o campo geomagnético estaria globalmente neutro em torno de 2012/2013.

O campo eletromagnético do planeta é responsável pelas condições favoráveis da existência de vida em abundancia na superfície planetária. Qualquer alteração de intensidade e/ou colapso momentâneo causará um enorme impacto em toda a nossa civilização. Exatamente agora, a Terra está aberta à penetração de radiação ionizante de todas as fontes, mas o clima solar local e o cósmico estão relativamente calmos. Mas isso não vai continuar assim e é difícil saber com antecedência quando um evento de radiação virá do cosmos em geral. Com o sol, podemos ter um ou dois dias de antecedência a respeito de um evento de emissão de nuvem carregada de prótons, mas não para os raios gama, uma vez que vai bater no momento em que vemos sinais como uma ejeção de massa coronal.

Onde os campos magnéticos caóticos estão no seu ponto mais fraco, é exatamente por onde as auroras polares vão nos mostrar e nos alertar de que se aproxima a radiação. A radiação ionizante significa um aumento de orientação na mudança evolutiva e doenças relacionadas com a mesma. Um sinal dos tempos é o aumento na atividade sísmica, inclusive em regiões que são considerados geologicamente estáveis e não sujeitas a terremotos. Não se sabe quando ela será concluída, vai continuar em 2014 e para além.

 Texto de Serginho Bloomfield, imagens da NASA!

Deixe uma resposta

Top